quarta-feira, 5 de junho de 2013

Empresa: Comunicação interna: Desafios e táticas



Neste artigo  Sophie Lammerant Velge traz seu ponto de vista sobre a importância da comunicação interna nas empresas familiares. Ela é membro da quarta geração do Conselho de Família Bekaert.
A história tem mostrado que uma comunicação deficiente ou inexistente pode afundar  uma empresa familiar mais rapidamente e de forma mais dramática do que qualquer outra. Basta ler o impactante  livro "Family Wars – Guerras Familiares 'co-autoria de Gordon Grant, para descobrir o pesadelo que a falta de comunicação pode criar nas dinastias antes tão bem sucedidas!
A comunicação externa é um verdadeiro desafio. Somos todos conscientes da necessidade de transparência, mas ao mesmo tempo, a maioria das empresas familiares, como a nossa, prefere manter-se discreta (como diz o ditado francês "Pour vivre heureux, vivons cachés ').
Um desafio ainda maior, muitas vezes subestimado, é a comunicação interna. Comunicação eficaz, justa e transparente dentro dos negócios familiares é essencial para  criar "propriedade emocional" , fundamental para manter a 'affectio societatis' e a coesão familiar.
Mesmo comunicação podendo ser simples e direta em um ambiente não-pessoal, muitas vezes se torna muito difícil no contexto de uma empresa familiar, que freqüentemente é carregada emocionalmente.
Quando não-familiares trabalham ao lado de membros da família, os conflitos não declarados podem aflorar, o nível de comprometimento  pode cair assim como o  desempenho nos negócios. Empregados não-familiares podem se sentir ameaçados por aqueles que carregam o nome de família.
Por outro lado, os membros da família também podem experimentar sentimentos ruins. Para os membros da família atuantes, o fardo das expectativas dos membros não atuantes da família e dos gerentes não-familiares pode ser muito alto. E para aqueles que não são ativos, freqüentemente falta informação ou qualquer explicação sobre o seu papel enquanto proprietário.
Quanto maior a família, mais difícil fica, porque há mais e mais membros não atuantes da família - às vezes centenas, como no negócio de minha  família. Comunicação torna-se particularmente difícil se alguns vivem em continentes diferentes, com culturas variadas. Eles têm menos oportunidade de conhecer fisicamente e suas crenças e expectativas podem evoluir de forma diferente com o tempo e a distância.
Então, o que deve ser feito? Eu vejo várias maneiras de melhorar a conexão e prevenir conflitos. Estas incluem reuniões informativas, combinadas com algum elemento social; retiros regulares eventualmente até contratados por terceiros e/ ou especialistas na área, a fim de informar a família sobre alguns tópicos importantes, boletins familiares formais e portais interativos  on-line , facilmente acessados ​​por qualquer membro da família, a qualquer momento.
E sobre mídias sociais? É claro que é uma excelente ferramenta - em especial para as gerações mais jovens - mas o advento da comunicação imediata tem  várias deficiências. O verdadeiro diálogo pressupõe  comunicação não-verbal, atitudes e exemplos , mas redes sociais tendem a perder os sinais não-verbais. Mais importante ainda, as redes sociais não abordam a necessidade de uma comunicação mais profunda, onde os verdadeiros valores de uma cultura familiar podem ser transmitidos de uma geração para a outra. A transmissão de valores e de princípios não deve ser subestimada e considerada um "problema leve" atribuído a alguns especialistas de RP. Isso requer tempo e energia de todos os acionistas da família, comunicação de longo prazo , que vai muito além das redes sociais.
Outras táticas de comunicação interna incluem processos ligados aos seguintes documentos:
 Missão: A criação ou renovação de uma declaração de missão pode ser um instrumento de transmissão de valores e princípios. Além  de descrever os setores de atividade da família, os objetivos dos acionistas financeiros e as regras de governança, a declaração de missão deve incluir os objetivos sociais, morais e espirituais da família. Toda  família deve participar do processo de definição / redefinição de seus valores. Uma abordagem de cima para baixo não é suficiente: o envolvimento da família neste exercício é crucial. As políticas devem ser discutidas regularmente e, pelo menos, a cada transição de geração, refletindo as últimas percepções e crenças de todos os acionistas, inclusive da  próxima geração. Estes podem contribuir e enriquecer grandemente toda a discussão sobre as crenças e a visão.
 Plano estratégico: Com base na declaração de missão, também deve haver um plano estratégico que determina como alcançar os objetivos financeiros, como criar valor compartilhado (e não apenas o valor dos acionistas, mas também valor para todos os stakeholders) e como manter-se consistente com a cultura da família e  valores descritos na declaração de missão. (O plano estratégico responde perguntas como: Como aumentar o valor da empresa?  Como financiar o crescimento?  Como medir o desempenho? Como atingir os objetivos dos próximos cinco anos? )
 Avaliação de liquidez: Além do plano estratégico e a da declaração de missão, uma avaliação de liquidez pode ser importante para estabelecer as necessidades de liquidez de vários grupos de acionistas, em especial em empresas não listadas. Seja qual for o método, é interessante colher informações sobre as expectativas de renda atuais de vários ramos, a fim de melhor formular um programa de liquidez adequado e justo, oportunidades de saída e política de dividendos.

Em todos estes processos é importante exigir a participação da família. Por meio de nossa participação ativa como acionistas da família nos tornamos investidores  pessoais e emocionais e não apenas financeiros , no sucesso a longo prazo da nossa empresa e negócio da família.

Familia: Uma história de empresa familiar da Europa Oriental


Denes Purnhauser, Gerente Geral da iSOLUTIONS, Hungria


Fazem 20 anos desde o fim do comunismo na Europa Oriental e um número crescente de empresas pós-comunistas está mudando da primeira para a segunda geração. Nesta entrevista Denes Purnhauser, 34 anos,  da Hungria descreve alguns dos problemas que sua família tem superado durante o  processo de sucessão e reposicionamento estratégico.

A entrevista foi motivada pela participaçao de Denes no Prêmio Geração de Negócios Familiares FBN. O Prêmio agracia membros mais jovens da empresa familiares, que renovam e energizam seus negócios.

Como sua família se sente a respeito da  transição  de geração de 2007?
Nós três, membros da segunda geração, vimos nossos pais trabalham muito duro para construir a empresa. Havia muitas dificuldades na Hungria e apenas sobreviver era uma grande batalha. Então, nós sentimos obrigação e dever de certificar-nos que todo este trabalho duro não seja desperdiçado e permitir que nossos pais tenham uma aposentadoria calma e que possam desfrutar dos frutos de seus esforços.
Ao mesmo tempo, não queremos deixar a empresa tomar conta de nossas vidas. Haviamos  visto  nossos pais trabalhando quase todo o tempo e queríamos manter um equilíbrio, sem sacrificar tudo.

Que mudanças ocorreram após a sucessão?

Eu me tornei CEO da holding familiar em 2007, passei os últimos quatro anos  trilhando meu caminho desde a base da nossa empresa de médio porte. Meu irmão se tornou Gerente Geral do ramo mais complexo do Grupo, assumindo também  um papel de consultor e de coach para mim.
Desde quando me tornei CEO, meu foco é a criação de sistemas que permitam que empresa possa funcionar  mais suavemente. Eu queria trabalhar para o  negócio e não no negócio.
Fiquei muito envolvido com um processo de sistematização. Li um monte de livros e fui implementando boas práticas, o que me levou a dar palestras sobre sistematização, fui assim  ganhando um perfil público. Eu achei o assunto estimulante e me tornei um especialista em Construção de Negócios. Desenvolvi projetos para outras empresas e me envolvi em nosso próprio start-up.
Mas o meu pai disse que eu deveria gastar menos tempo com este meu  'hobby' de coaching de negócios de pequeno porte. Ele queria que eu me concentrasse nos negócios da família.
Isto levou a um questionamento mais profundo do que eu ia fazer com minha vida. Estava viviendo um dilema, eu não queria passar a minha vida realizando os sonhos de outras pessoas. Percebi que poderia chegar à meia idade cheio de rancor por não ter  vivido meus próprios sonhos. "

Como resolver a tensão entre as expectativas da família e seus interesses/sonhos  individuais ?

Durante vários anos continuei  desenvolvendo sistemas para todas as áreas  da gestão da empresa, incluindo marketing, TI, finanças, recursos humanos e assim por diante. Uma vez que estes foram criados, senti que eu tinha trabalhadode forma a me tornar desnecessário no meu trabalho.
Eu já não queria ser presidente mas, e nesta linha de pensamento, encontrei um papel emocionante no negócio da família. Era um papel que conciliava sistematização e coaching de negócios. Também poderia, potencialmente, criar uma nova fonte de receita para a empresa familiar.

 Um aspecto importante da comunicação é a criaçao de uma base de boas intenções para chegar ao outro.

A função era a de  gerente geral de uma pequena empresa de TI, que tínhamos comprado alguns anos antes. Eu estava animado com a idéia de re-inventar esta empresa , transformando-a em provedora de sistemas - preenchendo uma lacuna que havia descoberto durante os meus esforços para sistematizar nosso negócio de família. Atualmente não é fácil para as empresas pequenas e médias na Hungria acessar sistemas e serviços externos. Muitas vezes, as empresas têm de "re-inventar a roda" desnecessariamente.

Como sua família reagiu ao seu desejo de trocar de papéis?

De imediato não disse para minha família: 'Isto é o que eu decidi fazer ". Em vez disso,  minha abordagem foi: "Eu acho que nós estamos em um ponto de inflexão na evolução do nosso negócio de família. É hora de tomar algumas decisões que estão fora da nossa zona de conforto. Vamos falar sobre a forma de conduzir este momento e qual é o meu papel nisto e, por favor, vamos decidir como uma família ".
Para começar o meu pai não conseguiu entender por que eu iria querer 'desperdiçar' a minha vida em uma pequena empresa, em vez de me concentrar no negócio principal. No entanto, quando discutimos planos de longo prazo, ele pode ver que era uma boa idéia construir uma fonte completamente nova de receitas para os negócios da família. E a melhor pessoa para construí-la era eu, porque era uma área pela qual tenho paixão e as habilidades necessárias.
Enquanto conversávamos sobre a  situação, meu irmão concordou em me substituir como CEO. Isso significava que ele tinha de adquirir novas competências. Providenciamos um período de transição longo para que ele tivesse tempo de crescer e poder assumir seu novo papel.

Felizmente meu irmão e eu temos uma boa relação de trabalho. Todo ano desde 2007 temos tido tempo de passar uma semana na Noruega para uma viagem de realinhamento. Falamos e trocamos idéias sobre o negócio . Sempre escolhemos um local remoto, sem eletricidade, de modo que nada que possa nos perturbar.

Em 2011, depois de um monte de conversas e uma quantidade de humildade, fui  capaz de mudar para o meu novo papel. A viagem em que embarcamos como uma família foi muito gratificante. Acho que isso mostra a todos os membros da família
que é possível perseguir seus sonhos com beneficio para a empresa. Deve ser um ganha-ganha.

Como você se sente no seu novo papel de empreendedor dentro da empresa familiar?

Foi uma grande mudança para mim passar de lidar todos os dias com muitos milhões de florins húngaros para uma escala muito menor. Foi também uma mudança estar envolvido em um projeto muito inovador, em vez de ir pelo caminho tradicional no negócio dos meus pais.
Eu acho que é fácil desanimar quando você muda  para fazer algo novo. As pessoas questionam: "se a  idéia era tão boa assim, porque ninguem a teve antes?"
Eu tinha que acreditar em mim mesmo, na equipe e na idéia. Como em qualquer projeto inovador, existem algumas coisas que não são previsíveis - mas temos que acreditar que somos capazes de encontrar um caminho.
A crise financeira global tem dado um sentido de urgência extra ao projeto. Nós simplesmente não sabemos como os mercados na Hungria ficarão. No caso de um  cenário futuro ruim, é importante que tenhamos, em curto prazo, uma nova fonte de receita  alternativa ao nosso negócio tradicional dos últimos 20 anos. Desta forma, toda a família aceita que o projeto não é um 'hobby', mas sim um projeto de alto risco para nós. "

Que lição chave gostaria de compartilhar com outras pessoas na próxima geração?

Se há uma coisa que ajudou a minha família a chegar até aqui, eu diria que é  a 'comunicação'. Um aspecto importante da comunicação é ac riaçao de uma base de boas intenções para chegar ao outro. Eu não estou dizendo que a nossa família é perfeita na comunicação, mas nossos esforços para comunicar-nos  são como um farol que iluminam nosso caminho. Através da discussão, percebemos que todo mundo tem diferentes pontos de vista, que podemos usar para impulsionar  as coisas.
Para mais informações:
Denes Purnhauser é Gerente Geral da iSolution e ele também é membro oficial do FBN Hungria (www.fbn-h.eu). Denes era ex-CEO, e continua sendo um membro do Conselho, da Hauser Bicilcletas (www.hauser.hu) e da Hasuer  Eletroportáteis  (Hauser www.hauserelectronic.hu).
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Next Generation: História de Próxima Geração


Max von Rettig é membro da nona geração da família que controla o grupo Rettig, com  base na Finlândia. Quando  começou seus estudos universitários ele pretendia seguir a “cartilha” para os membros da próxima geração (NXG): em primeiro lugar, realizar estágios no negócio da família, em seguida ganhar   experiência fora da empresa familiar antes de voltar ao negócio em tempo integral. Mas as coisas não funcionaram  exatamente como planejado - como explica este artigo.



1. Colocação no negócio da família

Max explica: "Eu assumi algumas funções no negócio da família em 2005, 2008 e 2009. Eu queria ser tratado como uma pessoa comum e não como alguém especial só porque meu sobrenome era o mesmo da empresa.” No entanto, Max foi se concientizando  que seus colegas não podiam ser completamente 'normais' com ele. Ele diz: "Eu percebi que, conciente ou inconcientemente,  não iriam forçar meus limites da mesma forma que faziam com meus colegas, achando que não deveriam me desafiar."
Max chegou à conclusão de que: "É impossível conhecer verdadeiramente suas próprias capacidades se você não se testar fora da empresa." A não ser alguem que realmente começa bem de baixo e vai  trilhando seu caminho para cima.
Com isto em mente, Max começou a procurar estágios em empresas externas. Mas aqui ele se deparou com um problema diferente.

2. Colocações externas

Max diz: "Me surpreendi com a dificuldade em agendar entrevista com as empresas que estavam oferecendo colocações". No começo ele assumiu que, apesar de sua experiência anterior, talvez não tivesse as qualidades certas. Mas pode existir  outra possibilidade, talvez os empregadores não valorizem sua experiência anterior por ter sido adquirida em 'sua própria "empresa familiar,  perdendo valor?
Frustrado, Max mudou seu alvo e foi fazer um mestrado em Gestão de Segurança na Cranfield School of Management. Esta é uma das escolas de negócios mais conceituadas do Reino Unido e tem uma reputação especial para a gestão de segurança / defesa.

"É impossível conhecer verdadeiramente suas próprias capacidades se você não se testar fora da empresa."

3. Desenvolvimento externo de liderança

Para complementar  seu Mestrado, Max  candidatou-se  ao cargo de oficial das forças armadas britânicas, os Royal Marines. As Forças Armadas têm uma  longa reputação de ser uma forma de adquirir experiência e  liderança.  Uma comissão oficial parecia uma excelente maneira de demonstrar  sucesso com base puramente no mérito. Mas, mais uma vez as coisas não correram bem.
Max passou com êxito pelo processo de seleção dos Royal Marines, conhecido por ser um dos mais difíceis do mundo. No entanto, uma mudança no governo britânico trouxe  austeridade ao Reino Unido. Descobriu-se um "buraco negro" no orçamento militar e houve uma redução brusca no número de candidatos admitidos para treinamento. A Max não só lhe foi negada a oportunidade de unir-se aos Royal Marines, mas teve a oportunidade de realistamento impedida por restrições etárias.

4. Estágio Internacional FBN

Apesar da decepção, Max ouviu falar sobre o programa de  Estágios internacionais do FBN. Existem dois tipos de estágio: estágios de curta duração nas férias que duram 8-12 semanas e  mais longos que duram 3-12 meses. Max candidatou-se ao estágio mais longo é foi admitido pela  Wates, uma empresa familiar britânica de construção .

O esquema do FBN evita os problemas que Max havia enfrentado anteriormente. Em primeiro lugar, o estagiário é visto como uma pessoa comum, que em breve estará deixando a empresa - não como um membro de família proprietária. Em segundo lugar, não há nenhum preconceito quanto ao fato de ser um membro de empresa familiar. Pelo contrário,  há um entendimento positivo de sua situação.
Max está muito satisfeito de como o estágio lhe permitiu contribuir com a familia que o acolheu. Ele diz: "O Grupo Wates avaliou minhas capacidades e adaptou o conteúdo do estágio de acordo com os meus pontos fortes e necessidades de desenvolvimento. Estava claro que eu via no estágio uma oportunidade clara de rápido crescimento e que eu somente aceitaria ser tatado como qualquer outro empregado. "
Max foi rapidamente ëscolhido para participar de uma  série de projetos que fizeram uso de suas habilidades desenvolvidas durante seus estudos universitários, bem como seus insights sobre negócios de família. Os projetos incluiam Estratégia Corporativa e Comunicação, bem como Confiança na Empresa Familiar Wates.
Max diz: "Ao longo dos 10 meses do estágio eu estava intimamente envolvido em um relatório sobre como a falta de habitação a preços acessíveis afeta pessoas jovens e como viver em casa alugada e inseguras nos impede de criar raízes. Eu estava gerindo um projeto emblemático, que envolveu um lançamento classe A  no parlamento do Reino Unido. "

E depois?
No final do seu estágio, Max sentiu-se renovado e confiante no futuro. Ele se candidatou a um emprego em Londres como analista de pesquisas, sabendo que seu tempo com o Grupo Wates lhe permitiu provar suas habilidades para o cargo. Ele foi selecionado para o trabalho e já se encontra em uma nova fase de sua carreira.
Se você quer seguir o exemplo de Max e realizar um Estágio Internacional FBN, por favor,veja  as oportunidades oferecidas por 90 empresas em mais de 30 países na Europa, Ásia e Américas. Para mais informações, visite cg@fbn-i.org www.fbnxchange.org ou e-mail cg@fbn-i.org
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Next Generation: Sentindo-se preso no negócio da família?

A proposta de emprego em sua empresa familiar se parece com uma porposta de casamento arranjado? Pode um “emprego arranjado" levar a um sentimento de prisão em uma empresa familiar? Essas são duas das perguntas que surgem a partir de um livro escrito por Michael Klein, doutor em psicologia clínica. O livro é intitulado "Trapped in the Family Business ®: preso no Negócio Familiar -  Guia Prático para desvendar e administrar deste dilema oculto '.
A história de 'Melinda' demonstra como as pessoas podem gradualmente desenvolver uma sensação de aprisionamento emocional,  semelhante a algumas das situações descritas no livro. Melinda cresceu junto com o negócio fazendo parte da família; como um segundo irmão ao lado de seu  talentoso irmão mais velho.
Terminada a faculdade, ela não tinha uma carreira claramente definida,  assim sendo parecia natural voltar-se ao conforto de trabalhar no negócio da família, dando sequência ao seu trabalho durante as férias e fins de semana. Seu pai ficou muito feliz em proporcionar-lhe um emprego ("Eu só quero o melhor para minha pequena Melinda"). Ela trabalhava em um canto agradável do escritório, fazendo um trabalho importante, mas não particularmente exigente. Seus amigos sempre tinham inveja de sua aparente boa sorte, principalmente quando se viam lutando para estabelecer suas próprias carreiras
Aceitação

Melinda tinha uma "ocupação arranjada" no sentido de que ela estava em um trabalho que lhe tinha sido dado e não desenvolvido por ela. Ela não tinha escolhido a sua carreira de forma proativa, mas aceitou a que lhe foi oferecida. No entanto, como o passar dos anos, Melinda começou a sentir-se menos disposta a continuar aceitando a oferta. Ela sentiu que  não estava crescendo como profissional, e que estava presa na mesma velha rotina. Ela também sentiu que seu pai não dava valor a sua contribuição na empresa, ou pelo menos não tanto quanto valorizava a contribuição do seu irmão mais velho, antes dele sair da empresa da família por um trabalho muito bem pago em outra empresa.

Às vezes Melinda pensava em deixar a empresa também, mas várias coisas a detinham. Ela não queria ferir seu pai, rejeitando o trabalho que ele tinha oferecido como um sinal de seu amor. Ela também não queria se sentir responsável pelos impactos negativos que sua saída poderia ocasionar sobre os negócios da família. Cada vez mais, Melinda sentia-se presa.
E mais, na verdade Melinda tinha um pouco de medo de deixar a segurança dos negócios da família. Ela poderia lidar com um trabalho "real"? Em "Trapped in the Family Business" Dr. Klein escreve: "Talvez um negócio de família, ou um trabalho específico seja tão especializado e único (ou pelo menos assim parece) que é difícil imaginar como as habilidades necessárias para realizar estas tarefas possam ser aplicadas em outro lugar. "

Choque
Um dia o pai chamou Melinda ao seu escritório para apresentar-lhe algumas pessoas que estavam interessadas em comprar a empresa. Melinda ficou chocada. O negócio ia mudar completamente. Era como se ela estivesse tolerando um  "casamento arranjado" - e de repente descobre que seu parceiro é uma pessoa completamente diferente!

Melinda sentiu-se magoada por seu pai nunca ter sequer mencionado a possibilidade de passar o negócio para ela, em vez de vendê-lo. Parecia mais um exemplo do seu pai ignorando-a, em completo contraste com a maneira que ele deu a noticia ao seu filho. Mais tarde descobriu-se que seu irmão já sabia da venda e que inclusive havia encorajado a idéia.

Melinda sentiu-se péssima e  buscou aconselhar-se com outras pessoas. Dr. Klein escreve: "Uma das coisas mais úteis que você pode fazer por si mesmo é encontrar outras pessoas em situações idênticas ou similares. Por que isso é útil? Porque quase todos os seres humanos sentem vergonha ou constrangimento quando acreditam que sua situação (ou sentimento ou experiência) seja estranha ou incomum. Normalmente a vergonha ou o constrangimento ficam  nos atravancando o  caminho da solução dos problemas. "

Ação
Melinda conversou com um velho amigo de escola, muito simpático, mas que sabia pouco sobre o negócio da família. O amigo sugeriu que Melinda devesse procurar  seu pai e fazer uma proposta séria para assumir o negócio. Melinda gostou da idéia de assumir o  controle da empresa e seguir seus desejos. Ela também gostou da idéia de provar a seu pai que ela era tão boa quanto qualquer filho poderia ser.

Ela encontrou um conselheiro que era bom com as finanças e logo ela tinha estruturado um plano forte. No início seu pai pensou que ela estava brincando, mas, com o tempo,  percebeu que era sério e que poderia ter um resultado positivo para  ambos. Depois de muita conversa e negociação um acordo foi feito, o pai se aposentou completamente e Melinda assumiu o comando da empresa - e de sua vida.

No começo  Melinda sentiu-se fortalecida e cheia de otimismo. Mas em alguns meses, ela começou a afundar na realidade de sua nova vida. Ela lutou para manter-se acima dos intermináveis  problemas no trabalho, vivia sempre  sob pressão, começou a odiar as exigências de todos os consumidores e de ter que ser responsável por tudo. Apesar disso, Melinda sentiu que não podia sair. Ela estava novamente presa ao negócio da família, desta vez por causa de seu ego (orgulho). Ela estava determinada a provar que seu pai estava errado sobre ela e agora ela se sentia incapaz de desistir desta tarefa.

Michael Klein observa que, por vezes,  os membros da família ficam nos  negócios apenas para demonstrar que eles podem fazer algo que ninguém pensou que eram capazes de fazer. Ele escreve: "Mostrar ou provar seu valor para os outros torna-se mais importante que a sua própria satisfação profissional, metas de longo prazo ou, em muitos casos, um relacionamento satisfatório com o cônjuge e os seus próprios filhos".

Opções
Como então  pessoas como Melinda podem  combater o sentimento de estar emocionalmente presos ao negócio da família? Dr. Klein sugere três grandes opções:

1. Mudar a perspectiva.
2. Tomar uma atitude.
3. Sair.

Para mudar a perspectiva é útil falar com os outros - e não apenas com um amigo solidário, mas também com pessoas que realmente entendem a complexidade dos sistemas familiares e seus negócios; membros de outras empresas famíliares, conselheiros de negócios e profissionais que trabalham com as famílias. Também pode ser útil falar seriamente com outros membros da família, mas muitas vezes isso exigirá uma preparação cuidadosa, pois pode causar tensão e conflito. Michael Klein escreve: "Através da auto-reflexão ou se expor, algumas pessoas são capazes de alterar significativamente a compreensão do seu papel ou do que os negócios da família significam para eles, ou ter um plano mais específico para o futuro,disspiando a sensação de prisão. "

Se a sensação de estar preso permanece, talvez seja hora de considerar a ação. Melinda poderia mudar seu papel ou modificar seu trabalho? Outra opção poderia ser a de alterar significativamente o negócio. Michael Klein observa que isto pode ser uma excelente oportunidade para os proprietários-gerentes melhorarem a sua eficácia e satisfação. Ele acrescenta que "o espírito empreendedor, muitas vezes anseia por este tipo de transformação e atividade."

A alternativa de deixar ou vender o negócio, é a mudança mais drástica que alguém como Melinda pode tomar na tentativa de escapar de um sentimento emocional de aprisionamento. Dr. Klein adverte que esta decisão deve ser tomada somente depois de considerar todas as opções, pesando-as cuidadosamente. "Se mais parece uma fuga rápida (ou um jailbreak), então proavelmente voce não fez ainda toda sua lição de casa."


Para mais informações sobre "Trapped in the Family Business ®" visite trappedinthefamilybusiness.com. O livro está disponível no formato de bolso ou e-book.

Negócios: Um caso de familia



Sem sofisticação, basta continuar fazendo aquilo que a empresa sabe fazer melhor.
Uma das principais questões estratégicas que os líderes de empresas familiares estão encarando é decidir se é melhor ficar dentro de um nicho de mercado, conhecido e amado, ou se é melhor buscar  incansavelmente novas oportunidades, que podem estar em qualquer lugar. Esta é a  questão central do caso vencedor na categoria Negócios familiar patrocinado pela FBN no concurso de Redação EFMD de 2012.
O caso,  descrito por Urs Mueller e Etzold Veit da ESMT Escola Europeia de Administração e Tecnologia, apresenta  uma empresa familiar com sede em Berlim chamada Konnopke, formada em 1930. A família enfrenta o dilema de expandir ou não além de seu tradicional nicho de mercado : 'preço baixo'.
O caso explora a forma como o proprietário principal da empresa quer manter o seu caráter tradicional, com investimento mínimo em despesas gerais e estratégia de um simples "cost-plus" de preços. No entanto, uma visão alternativa para o futuro (apoiado por um membro mais novo da família) envolve o lançamento de ofertas premium que irá atrair mais clientes, dispostos a pagar preços muito mais elevados.
Expandir para além do nicho?
Na primeira parte do caso, os autores incentivam os alunos a analisar o negócio com base no ambiente externo, incluindo os concorrentes e clientes. Na experiência dos autores, os alunos são rápidos em  identificar as oportunidades de lucro a curto prazo. O lançamento de uma oferta premium é muito viável para impulsionar as vendas, especialmente quando acompanhada de pesados ​​investimentos em instalações de varejo. Se novos clientes estão dispostos a pagar, por que não dar a eles o que eles querem - e com margens maiores?!
Não é nenhuma surpresa que os estudantes nas escolas de negócios estão entusiasmados com as  ambiciosas estratégias de crescimento. Afinal, os alunos foram treinados a maximizar o lucro do acionista. Mas poderia o foco no lucro de curto prazo prejudicar o patrimônio da empresa a longo prazo?
Permanecer dentro do nicho?
Na sequencia  os autores incentivam os alunos a mudar para uma análise interna dos negócios da família. Em vez de pensar principalmente nos  concorrentes e clientes, eles devem  pensar na empresa.
Até agora, a empresa se beneficiou de um propósito e posicionamento muito claros. Há uma grande dose de orgulho sobre o histórico e patrimônio da empresa e uma verdadeira paixão em fornecer  produtos de qualidade a preços baixos.
"Autenticidade" é um fator chave de sucesso para a empresa. Quando os clientes compram da empresa, eles não estão apenas comprando um produto, mas uma experiência enraizada na história. A partir deste ponto de vista, a consistência provavelmente seja benéfica  para o negócio.
Manter a coerência provavelmente também seja  bom para o atual proprietário da  família. Para ele, a maximização de valor para o acionista não é  "fazer um monte de dinheiro”. Pelo contrário, é primariamente ser consistente com os tradicionais valores de e finalidade. Permanecendo dentro de um nicho bem conhecido, o atual proprietário vai continuar satisfeito com  seu negócio.
Resumindo,  uma análise de fatores externos parece conduzir os negócios da família para uma expansão ambiciosa. Mas um olhar mais profundo dos fatores internos revela razões sólidas para o negócio da família permanecer dentro de seu nicho e rejeitar a tentação de correr atrás de lucros em outros lugares.
Os autores do caso escrevem  que as empresas familiares muitas vezes alavancam seus pontos fortes em vez de perseguir incansavelmente novas oportunidades no mercado. As estratégias das empresas familiares podem começar a partir daquilo no que elas são boas.
Exemplos
É fácil pensar em outros exemplos. Aldi é uma empresa familiar com sede na Alemanha com foco nos preços baixos em supermercados. Seu site resume um posicionamento muito claro:
"Muitos supermercados de rua gastam enormes somas de dinheiro em fachadas e vitrinas a fim de persuadi-lo a comprar. Nós não. Os layouts de nossas lojas são simples, para que você possa encontrar o que precisa no preço que  quer. "
Quando você entra em uma loja Aldi, sabe exatamente o que esperar. Não há nada sofisticados, mas os preços são sempre baixos. Se você não gosta, você pode fazer compras em outro lugar - Aldi não vai mudar por sua causa!
Há muitos outros exemplos de empresas familiares que demonstram consistência e autenticidade ao longo de muitos anos, construindo gradualmente marcas valiosas com vantagens competitivas.
Pergunta
Em suas notas sobre o caso, os autores escrevem que os alunos que foram bem  treinados em estratégia e marketing tendem a sugerir mudanças no negócio de família e que não seria, de fato, atender a finalidade do negócio, tal como definido pela família.
Isso levanta a questão de saber se os alunos podem ser "educados além da inteligência". Talvez eles sejam tão bons em analisar os fatores externos: clientes e concorrentes que perdem a empresa de vista?. Sua experiência nos fatores externos poderia levar a ignorar os fatores internos da empresa familiar?
Mais informações:

Os vencedores do Concurso de Redação 2012 EFMD Case (Categoria Empresa Familiar - patrocinado pela FBN) foram Urs Mueller (urs.mueller @ esmt.org) e Veit Etzold de ESMT Escola Europeia de Administração e Tecnologia.

Negócios: Mensagem do Conselho


 
Sophie Lammerant Velge


Caro proprietários de empresas familiares,
Não há palavra forte o suficiente para dizer o quanto é importante comunicar-se  bem nos negócios de família. (Se você buscar por 'comunicação de negócios de família "no Google, encontrará  cerca de 163 milhões de links!)
Se apenas 30% de todas as empresas familiares chegam  à segunda geração e apenas 10% destas sobreviverem até a terceira, deve-se  muitas vezes ‘a falta de confiança e a uma comunicação interna pobre.
Se a comunicação pode ser simples e direta em um ambiente não-pessoal, muitas vezes torna-se muito difícil em negócios familiares, tantas vezes  carregados  emocionalmente e caracterizados pela complexidade na relação  dos famosos "três círculos":  família, gerentes e proprietários.
Outras ideias foram explicitadas em um artigo separado neste Enews.
No entanto, uma comunicação eficaz, justa e transparente é um fator chave para criar a "propriedade emocional", que é tão vital como a posse financeira.
Eu vejo várias maneiras de melhorar a conexão e evitar conflitos em nossas famílias nos  negócio;  e podemos usá-los todas na FBN Internacional:
 A primeira forma é fazer reuniões informativas presenciais combinadas com algum evento social, específico para os membros da próxima geração - quando este grupo é grande o suficiente.
 Uma segunda forma é organizar eventos como retiros que são distribuídos por mais de um dia. Estes eventos para toda a família - e para FBNi - combinam negócios e lazer e são maravilhosos para manter contato e trocar ideias com primos  - ou outros membros da família - que vivem a quilômetros de distância um do outro.
 Outra ferramenta utilizada por várias famílias grandes - como FBNi – são as publicações impressas ou eletrônicas  (semelhante a esta Enews).
 Um passo adiante é criar uma plataforma interativa segura para a troca de  ideias, fotos e informações sobre a evolução do negócio e da família, bem como sobre  eventos, oportunidades de formação, etc em todo o mundo. A plataforma Xchange FBNi é uma ferramenta fantástica para compartilhar as melhores práticas entre os familiares e todos nós devemos usá-lo muito mais vezes! Vamos ficar ligados!
 Por último, mas não menos importante, não vamos esquecer a comunicação de longo prazo, mais profunda que vai muito além das redes sociais.  Nossas familias na FBNi, estão orgulhosas do nosso pensamento inter-geracional intrínseco. Queremos passar  nossas crenças e aspirações de longo prazo de uma geração para a outra. (Veja o nosso Compromisso Cingapura.) Exige compromisso sério de todos os familiares FBNi construir um modelo de negócio que irá sustentar não só nossa geração, mas todos aqueles que nos seguem: respeito mútuo, confiança e abertura, confidencialidade, um futuro sustentável para o nosso povo, comunidades, meio ambiente e as gerações futuras.
Estas não devem ser apenas palavras bonitas, mas sim uma missão compartilhada e uma obrigaçao,  comunicada através de ações concretas e exemplos!
Em tempos de crise, podemos estar tentados a  concentrar-nos nos desafios do negócio diário em vez de focar na comunicação. Na verdade, ela é ainda mais vital em tempos difíceis e desafiadores para manter a família feliz e participativa. Através da comunicação e participação, os acionistas da família passam a investir pessoal e emocionalmente, e não apenas financeiramente, no sucesso a longo prazo ao longo de gerações. Também por estarmos envolvidos, vamos todos participar no sucesso da FBN Internacional!
Atenciosamente,
Sophie Lammerant Velge
Membro do Conselho Internacional FBN
4 ª Geração

24º Internacional Summit 2013 - Rio de Janeiro



Ao perguntar "WHAT´S NEXT ?"

O 24° Summit  irá tocar em novas fronteiras para as empresas familiares, as expansões do negócio e seu legado para novos empreendimentos, escritórios familiares e fundações. E, também, outras iniciativas que estimulam a renovação das empresas, das relações familiares e valores, e formas de se envolver e inspirar a próxima geração.


Para ler mais, clique abaixo. 




Conexão NxG Carreira

     Sabemos da responsabilidade da passagem dos valores familiares, através de exemplos e atitudes. O papel dos pais como principais responsáveis pela preparação dos filhos tem sido cada vez mais desafiador visto as constantes mudanças com a Globalização e Era Digital.
Para os jovens que herdam um legado, a tarefa de se tornarem herdeiros responsáveis e ainda terem que pensar em suas carreiras ainda é mais complexa, visto que, achar o equilíbrio entre o senso de legado e o sonho de empreender nem sempre é fácil. 
Informação, conhecimento e relações pessoais são a base da formação desses jovens. Pensando nisso, assim como na busca de ampliar as discussões e as oportunidades para melhor preparar os jovens herdeiros, foi criado o Programa Conexão NXG FBN Carreira. 
Através do Programa de Orientação de Carreira criado exclusivamente para associados do FBN, você irá:
- explorar seus objetivos de vida, 
- identificar e se apropriar de suas habilidades, 
- conhecer mais sobre o seu perfil;
- compartilhar suas experiências;
- elaborar um projeto de carreira com plano de ação.
Um programa que irá não só apoiar os jovens herdeiros a se conectar com seus sonhos, mas, a conhecer outros jovens, as melhores praticas das famílias empresarias, histórias de empreendedores e ferramentas para autoconhecimento.  

PROGRAMA COMPLETO

Abertura - PAPEL DO HERDEIRO NA SOCIEDADE
Data: 17 de agosto, 2013
Horário: 9h00 às 13h00
Local: São Paulo Capital
Neste 1° encontro vamos iniciar o programa refletindo com a educadora, pesquisadora e consultora na área de Educação e Família, Daniela Rogatis sobre a gestão do legado familiar. Um olhar sobre a realidade da Herança e sua perspectiva de responsabilidade e oportunidades para a nova geração. Discutiremos os modelos de investimento familiar na formação dos filhos, as expectativas e os caminhos para preparar uma elite brasileira transformadora.
Também, vamos passar maiores detalhes sobre o Programa Conexão NxG Carreira e promover o network, através da troca de experiências entre os participantes NxG.
 IMPORTANTE: Neste dia, você pode convidar seus pais e seus amigos (membros de empresas familiares) para conhecerem melhor o Programa de Orientação de Carreira.

2° Encontro - Foco Individual (Parte I) 
Data: período de 2 a 27 de setembro, 2013
Horário: Agendamento individual
Local: São Paulo Capital ou via skype 
Com duração de quatro horas, essa etapa será dividida em dois encontros* de duas horas cada para a realização de um diagnóstico e mapeamento da história e objetivos de vida, interesses, habilidades e competências de cada participante. Isso se dará, através de atividades e interação com um consultor do Grupo DMRH - especialista em Orientação de Carreira. 
*dependendo da disponibilidade o participante poderá realizar esses encontros na cidade de São Paulo ou via skype em data e hora previamente acordados.

3° Encontro – VIVENCIANDO E EXPLORANDO MINHAS POTENCIALIDADES
Data: 05 de outubro de setembro, 2013 
Horário: 9h00 às 18h00
Local: São Paulo Capital 
Iniciaremos o dia com uma história narrada por um herdeiro que encontrou seu caminho profissional empreendendo fora do negócio da sua família.
E seguiremos com atividades em grupo ao ar livre, com objetivo de identificar e mapear competências relacionadas ao protagonismo. Como tomar as “rédeas de sua vida” em cenários de sucesso, iniciativa, conflitos e frustração.  
Teremos, também, atividades de reflexão individual e feedbacks para desenho de um plano individual e mapeamento de pontos fortes e pontos a serem desenvolvidos. 

4° Encontro - Visita à Empresa Familiar
Data: 09 de novembro, 2013
Horário: 9h00 às 14h00
Local: São Paulo 
Nesse dia, os participantes conhecerão a história de uma” família empresaria” conhecendo a empresa familiar e seu legado, valores, dilemas e desafios. 
Através de mesa redonda com um jovem herdeiro que partiu para o desafio de empreender dentro do negócio da família, os participantes terão a chance de trocar experiências e tirar suas dúvidas sobre os principais desafios, dificuldades, ganhos e perdas de escolher esta trajetória. 

5° Encontro - Foco Individual (Parte II) 
Data: 11 de novembro a 5 de dezembro, 2013
Horário: Agendamento individual
Local: São Paulo Capital ou via skype 
Esse encontro individual terá duração de 2 horas. 
Seu objetivo é proporcionar ao participante uma reflexão entre o que foi já foi identificado nos encontros anteriores (objetivos e possibilidades, pontos fortes a serem desenvolvidos e principais obstáculos para alcançar os seus sonhos) seguida de análise do mercado e suas oportunidades, para a estruturação do projeto de carreira com plano de ação.
*dependendo da disponibilidade o participante poderá realizar esses encontros na cidade de São Paulo ou via skype em data e hora previamente acordados.

6° Encontro - MINHAS POSSIBILIDADES E MEU FUTURO
Data: 07 de dezembro, 2013
Horário: 9h00 às 18h00
Local: São Paulo Capital 
Em nosso último encontro teremos a apresentação de dois casos contados por seus herdeiros que fizeram escolhas opostas sendo ambas desafiadoras. A primeira será narrada por um herdeiro que, hoje,  trabalha fora do negócio da familia e a seguinte por outro herdeiro  que trabalha dentro do negócio da familia.
Em uma segunda etapa, os participantes irão compartilhar seus projetos de carreira e encontrar sinergias e conexões para alcançar seus objetivos. 
Para o fechamento deste último encontro teremos um palestra estimulante com Gustavo Caetano, sócio-fundador da SambaTech, empresa líder em soluções para vídeos online na América Latina.

PROGRAMA COMPLETO

1° Encontro - PAPEL DO HERDEIRO NA SOCIEDADE
Data: 17 de agosto, 2013
Horário: 9h00 às 13h00
Local: São Paulo Capital
Neste 1° encontro vamos iniciar o programa refletindo com a educadora, pesquisadora e consultora na área de Educação e Família, Daniela Rogatis sobre a gestão do legado familiar. Um olhar sobre a realidade da Herança e sua perspectiva de responsabilidade e oportunidades para a nova geração. Discutiremos os modelos de investimento familiar na formação dos filhos, as expectativas e os caminhos para preparar uma elite brasileira transformadora.
Também, vamos passar maiores detalhes sobre o Programa Conexão NxG Carreira e promover o network, através da troca de experiências entre os participantes NxG.
 IMPORTANTE: Neste dia, você pode convidar seus pais e seus amigos (membros de empresas familiares) para conhecerem melhor o Programa de Orientação de Carreira.

2° Encontro - Foco Individual (Parte I) 
Data: período de 2 a 27 de setembro, 2013
Horário: Agendamento individual
Local: São Paulo Capital ou via skype 
Com duração de quatro horas, essa etapa será dividida em dois encontros* de duas horas cada para a realização de um diagnóstico e mapeamento da história e objetivos de vida, interesses, habilidades e competências de cada participante. Isso se dará, através de atividades e interação com um consultor do Grupo DMRH - especialista em Orientação de Carreira. 
*dependendo da disponibilidade o participante poderá realizar esses encontros na cidade de São Paulo ou via skype em data e hora previamente acordados.

3° Encontro – VIVENCIANDO E EXPLORANDO MINHAS POTENCIALIDADES
Data: 05 de outubro de setembro, 2013 
Horário: 9h00 às 18h00
Local: São Paulo Capital 
Iniciaremos o dia com uma história narrada por um herdeiro que encontrou seu caminho profissional empreendendo fora do negócio da sua família.
E seguiremos com atividades em grupo ao ar livre, com objetivo de identificar e mapear competências relacionadas ao protagonismo. Como tomar as “rédeas de sua vida” em cenários de sucesso, iniciativa, conflitos e frustração.  
Teremos, também, atividades de reflexão individual e feedbacks para desenho de um plano individual e mapeamento de pontos fortes e pontos a serem desenvolvidos. 

4° Encontro - Visita à Empresa Familiar
Data: 09 de novembro, 2013
Horário: 9h00 às 14h00
Local: São Paulo 
Nesse dia, os participantes conhecerão a história de uma” família empresaria” conhecendo a empresa familiar e seu legado, valores, dilemas e desafios. 
Através de mesa redonda com um jovem herdeiro que partiu para o desafio de empreender dentro do negócio da família, os participantes terão a chance de trocar experiências e tirar suas dúvidas sobre os principais desafios, dificuldades, ganhos e perdas de escolher esta trajetória. 

5° Encontro - Foco Individual (Parte II) 
Data: 11 de novembro a 5 de dezembro, 2013
Horário: Agendamento individual
Local: São Paulo Capital ou via skype 
Esse encontro individual terá duração de 2 horas. 
Seu objetivo é proporcionar ao participante uma reflexão entre o que foi já foi identificado nos encontros anteriores (objetivos e possibilidades, pontos fortes a serem desenvolvidos e principais obstáculos para alcançar os seus sonhos) seguida de análise do mercado e suas oportunidades, para a estruturação do projeto de carreira com plano de ação.
*dependendo da disponibilidade o participante poderá realizar esses encontros na cidade de São Paulo ou via skype em data e hora previamente acordados.

6° Encontro - MINHAS POSSIBILIDADES E MEU FUTURO
Data: 07 de dezembro, 2013
Horário: 9h00 às 18h00
Local: São Paulo Capital 
Em nosso último encontro teremos a apresentação de dois casos contados por seus herdeiros que fizeram escolhas opostas sendo ambas desafiadoras. A primeira será narrada por um herdeiro que, hoje,  trabalha fora do negócio da familia e a seguinte por outro herdeiro  que trabalha dentro do negócio da familia.
Em uma segunda etapa, os participantes irão compartilhar seus projetos de carreira e encontrar sinergias e conexões para alcançar seus objetivos. 
Para o fechamento deste último encontro teremos um palestra estimulante com Gustavo Caetano, sócio-fundador da SambaTech, empresa líder em soluções para vídeos online na América Latina.

Valor por associado:
R$ 6.500,00 (pagamento em até 4 x R$ 1.625,00) sendo a 1ª parcela pagamento
imediato e as próximas, nos 3 meses seguintes.
Obs1:Pagamentos à vista - 5% de desconto, totalizando R$ 6.175,00.

Obs2: Este valor inclui somente o Programa descrito no site, excluindo traslados e acomodação.